Ela estava ao meu lado como sempre. A cozinha era pequena, tinha uma abertura pra sala e tínhamos de ter cuidado pra não sermos pegos. O blusão em meu colo era estratégico: por baixo dele, meu pau estava recebendo uma deliciosa punheta, a mão dela subindo e descendo enquanto ordenhava cada pedaço do tesão que em mim se acumulava. Fechei os olhos pra me concentrar e não podia deixar de suspirar com cada movimento que ela fazia. Abri os olhos e levantei o blusão o suficiente pra que pudéssemos ver o trabalho que ela estava realizando. Ela foi até a base e então subiu até a cabeça e uma gota do meu pré-gozo saiu. Cuidadosamente, ela usou o polegar pra espalhar por toda a ponta da pica, que pulsava e latejava pra ela. Eu sorri, um sorriso safado, do tipo cafajeste, que quer pedir mais. Olhei nos olhos dela e sussurrei: "Bate gostoso, bate?". Ela abriu um sorriso e, obediente, voltou a executar o vai-e-vem. Fechei os olhos e a beijei, gemendo em sua boca. Passei o braço por trás dela e levei a mão pra dentro da camisa, alcançando o seio direito, cujo mamilo estava duríssimo e implorava ser explorado. Apertei o peito e ela suspirou, mas gemeu mesmo quando puxei o mamilo, soltando e logo retomando em meus dedos. Ela quem colocou essa mania em mim: sempre usava seus mamilos como desculpa pra aliviar o tesão, puxando, apertando, torcendo e girando. A mão dela, pequena, apertava meu pau firme, parecia uma buceta, fervorosa pra não deixar a rola escapar de dentro de si. Isso me fez querer saber como a dela estava, então desci a mão e abri uma brecha em seu short, que tinha um tecido leve, e logo retirei a calcinha, toda molhada, do caminho. Abri os lábios com o indicador e o mindinho e pousei os dois dedos medianos em cima do seu clitóris. Ela estava encharcada, e a fricção dos meus dedos no seu grelo foram fáceis de se obter. Ela pausou a punheta e sentiu o corpo estremecer, como se estivesse se acostumando à sensação que acabara de preenchê-la. Fechou os olhos e respirou fundo. Retirei a mão e trouxe os dedos até sua boca, fazendo-a provar a si mesma. Desci a mão, agora pela frente do corpo, pro mesmo local. "Quero gozar junto com você," e ela assentiu, voltando a bater, agora levinho, a pica que estava totalmente babada. Enquanto eu a tocava, voltei a ver como ela me satisfazia: eu adorava como ela tinha aprendido direitinho o jeito que eu a ensinara — focava por um tempo na cabeça do pau, mas, às vezes, de forma inesperada, ia até a base, e eu não conseguia segurar o leve gemido nessa hora. Notei que ela estava perdendo o foco do ritmo em mim. "Quer gozar, minha putinha?", e ela balançou a cabeça, assentindo. "Não para de bater, que eu vou gozar junto contigo." Ela prontamente segurou com a firmeza anterior e acelerou o ritmo da punheta. Fechamos os olhos e nos entregamos: foda-se se alguém aparecesse, isso pouco importava pra gente ali, éramos apenas nós dois, eu todo dela, ela toda minha. Ela recostou e abriu as pernas, passou uma sobre minha coxa. Fechou os olhos mas não parou de me punhetar. Senti o gozo surgindo e vi que ela estava tremendo, se segurando, no limite, esperando que eu chegasse junto a ela no clímax da situação. Não diminui o ritmo nela em nenhum segundo, queria que ela mantivesse o foco mesmo sob a tortura do prazer que sentia. Ela segurava os gemidos, suspirando forte. Minha rola enrijeceu por completo, anunciando que o gozo havia chegado. Segurei o máximo que pude e, num suspiro exacerbado, dei a permissão: "Goza pra mim." Na mesma hora, ela derreteu, e enfiei um dedo fundo nela, só pra sentir a buceta morder. Foi quando a mão dela desceu mais uma vez e o primeiro jato de leite quente saltou pra cima, seguido dos próximos. Enfiando o dedo fundo, senti a mão dela ainda mais forte ao meu redor, indo até o início e trazendo todo o gozo presente no meu cacete pra fora de mim. Meu corpo tremia e eu perdia as forças, mas não conseguia parar de me sentir selvagem, a vontade de devorá-la por completo sendo libertada. Um segundo dedo penetrou e ela mordeu o lábio inferior da boca, agarrando a borda da mesa. Diminuímos a intensidade e ficamos de forma leve sentindo os reflexos do tesão intenso que tínhamos acabado de experimentar. "Porra, que delícia...", disse baixinho. Ela bateu a pica mais algumas vezes, até a última gotinha sair, e, suavemente, levou a mão a boca, lambendo os vestígios da porra que estava espalhada nela. Eu amava aquela menina e estava pronto pra repetir a dose de novo, a qualquer momento.
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