A casa era totalmente nossa. Sentados juntos, tentávamos resolver um enigma em um jogo, mas sem dar muita bola pros detalhes. A gente sentia a tensão no ar, o calor da atração que existia entre a gente era quase que palpável. Em dado momento, nos entreolhamos e foi o pretexto ideal para beijá-la. Nosso encaixe era perfeito e eu adorava saborear a textura macia que os lábios dela tinham, além de sentir sua língua roçando na minha. O beijo lento me endureceu e eu fiz questão de mostrar a ela, guiando sua mão até o volume que tinha em minha calça. "Deixa eu chupar você," ela disse, nem era uma pergunta. De pé na sua frente, baixei o short e meu pau saltou para ela, ansioso para receber o carinho que ela faria com a boca. Me olhando fixamente, ela segurou a base e aproximou a boca. Pôs a língua pra fora e bateu a cabeça da pica devagar, e um fio de saliva se misturou ao pré-gozo que saiu de mim. Ela riu baixo e repetiu o feito, esticando o fio até ele se dissolver. Na terceira vez, abocanhou a cabeça como se estivesse engolindo um morango. Fechou os olhos e engoliu toda a pica de uma só vez, o que me fez suspirar e fechar os olhos, minha mão apoiou a cabeça dela trazendo-a pra mim, numa tentativa de ajudá-la a engolir tudo de uma vez. Quando abri os olhos, ela engasgou levemente e eu a soltei. Ela tirou o pau da boca e ele estava totalmente babado. A mão que agarrava a base bateu uma leve punheta, espalhando a baba por toda a minha extensão. "Espera, queria sentir algo de novo...", disse a ela, e ela ficou curiosa. Me afastei rapidamente, o pau pingou uma gota da saliva dela, e fui até a geladeira. Peguei um cubo de gelo e trouxe na mão. "Safado, você gosta mesmo disso, né?", e como eu gostava: ela tinha o costume de colocar uma pedra de gelo na boca e chupar a cabecinha do meu pau assim. A sensação de gelado era deliciosa. E, quando senti ela repetindo, um choque percorreu minha espinha e gemi. Pedi pra que ela levantasse a blusa e, com os seios para fora, passei a pica nos mamilos e ela sorriu quando sentiu o gelado. Senti a necessidade de retribuir e pedi que ela se sentasse na mesa. Retirei seu short, o tecido leve deslizou sobre sua pele, e a deixei apenas com a calcinha. Me inclinei e a beijei, descendo para o pescoço, seios, barriga, coxas, e, finalmente, parei sobre a calcinha. E a chupei assim mesmo, sem tirar nem pôr de lado. Queria atiçá-la primeiro, e consegui, pois ela mesma colocou a calcinha pro lado em um certo momento, me convidando pra enfim sentir seu gosto. Quando a ponta da minha língua encostou, o sabor salgadinho da buceta dela foi latente. Afundei a língua e logo alcancei o clitóris, e o suspiro dela foi seguido por um gemido de alívio, cujo corpo também correspondeu, ficando mole e leve. Ela era deliciosa, e ouvir cada gemido que ela soltava, com a cabeça inclinada pra trás que às vezes se voltava pra mim só pra observar com atenção como eu chupava seu grelo enquanto enfiava dois dedos bem fundo era de enlouquecer. Minha pica implorava e, pra amenizar, eu batia uma punheta leve — se eu acelerasse, era capaz de acabar gozando. O gozo dela não demorou a vir, acompanhado de vários gemidinhos curtos. "Ai, que delícia...", foi o que ouvi, quando levantei e apontei a cabeça do cacete, toda babada, na entrada da bucetinha. Nossos olhares estavam fixos no momento, e não pude deixar de dizer, "Eu esperei muito por isso". Na hora que entrei, senti toda a pressão da buceta me aceitando e respirei fundo. Ela gemeu me recebendo, me acomodando, me convidando pro seu lar íntimo. Só parei de empurrar quando estava completamente dentro. Minha pica pulsava, a buceta dela me apertava, ambos se cumprimentando, se conhecendo, se desejando. Cada espasmo era como um saboreio, o corpo dela estava totalmente arrepiado e os mamilos estavam rígidos e sensíveis. Quando tirei, a surpresa: ela estava tão molhada que minha pica inteira estava lustrada, branquinha com o creme que saia da buceta. "Me deixou todo branquinho!", e ela sorriu, uma cara de putinha safada que queria sentir a rola funda de novo. Empurrei de volta e ela fechou o olho quando cheguei no limite. As estocadas começaram leves e ritmadas, e ela gemia sempre que eu me encaixava por completo. E foi com essa sinfonia que a fiz cantar por horas, gozando os sabores do tesão e da vida.
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