#5
#4
A casa era totalmente nossa. Sentados juntos, tentávamos resolver um enigma em um jogo, mas sem dar muita bola pros detalhes. A gente sentia a tensão no ar, o calor da atração que existia entre a gente era quase que palpável. Em dado momento, nos entreolhamos e foi o pretexto ideal para beijá-la. Nosso encaixe era perfeito e eu adorava saborear a textura macia que os lábios dela tinham, além de sentir sua língua roçando na minha. O beijo lento me endureceu e eu fiz questão de mostrar a ela, guiando sua mão até o volume que tinha em minha calça. "Deixa eu chupar você," ela disse, nem era uma pergunta. De pé na sua frente, baixei o short e meu pau saltou para ela, ansioso para receber o carinho que ela faria com a boca. Me olhando fixamente, ela segurou a base e aproximou a boca. Pôs a língua pra fora e bateu a cabeça da pica devagar, e um fio de saliva se misturou ao pré-gozo que saiu de mim. Ela riu baixo e repetiu o feito, esticando o fio até ele se dissolver. Na terceira vez, abocanhou a cabeça como se estivesse engolindo um morango. Fechou os olhos e engoliu toda a pica de uma só vez, o que me fez suspirar e fechar os olhos, minha mão apoiou a cabeça dela trazendo-a pra mim, numa tentativa de ajudá-la a engolir tudo de uma vez. Quando abri os olhos, ela engasgou levemente e eu a soltei. Ela tirou o pau da boca e ele estava totalmente babado. A mão que agarrava a base bateu uma leve punheta, espalhando a baba por toda a minha extensão. "Espera, queria sentir algo de novo...", disse a ela, e ela ficou curiosa. Me afastei rapidamente, o pau pingou uma gota da saliva dela, e fui até a geladeira. Peguei um cubo de gelo e trouxe na mão. "Safado, você gosta mesmo disso, né?", e como eu gostava: ela tinha o costume de colocar uma pedra de gelo na boca e chupar a cabecinha do meu pau assim. A sensação de gelado era deliciosa. E, quando senti ela repetindo, um choque percorreu minha espinha e gemi. Pedi pra que ela levantasse a blusa e, com os seios para fora, passei a pica nos mamilos e ela sorriu quando sentiu o gelado. Senti a necessidade de retribuir e pedi que ela se sentasse na mesa. Retirei seu short, o tecido leve deslizou sobre sua pele, e a deixei apenas com a calcinha. Me inclinei e a beijei, descendo para o pescoço, seios, barriga, coxas, e, finalmente, parei sobre a calcinha. E a chupei assim mesmo, sem tirar nem pôr de lado. Queria atiçá-la primeiro, e consegui, pois ela mesma colocou a calcinha pro lado em um certo momento, me convidando pra enfim sentir seu gosto. Quando a ponta da minha língua encostou, o sabor salgadinho da buceta dela foi latente. Afundei a língua e logo alcancei o clitóris, e o suspiro dela foi seguido por um gemido de alívio, cujo corpo também correspondeu, ficando mole e leve. Ela era deliciosa, e ouvir cada gemido que ela soltava, com a cabeça inclinada pra trás que às vezes se voltava pra mim só pra observar com atenção como eu chupava seu grelo enquanto enfiava dois dedos bem fundo era de enlouquecer. Minha pica implorava e, pra amenizar, eu batia uma punheta leve — se eu acelerasse, era capaz de acabar gozando. O gozo dela não demorou a vir, acompanhado de vários gemidinhos curtos. "Ai, que delícia...", foi o que ouvi, quando levantei e apontei a cabeça do cacete, toda babada, na entrada da bucetinha. Nossos olhares estavam fixos no momento, e não pude deixar de dizer, "Eu esperei muito por isso". Na hora que entrei, senti toda a pressão da buceta me aceitando e respirei fundo. Ela gemeu me recebendo, me acomodando, me convidando pro seu lar íntimo. Só parei de empurrar quando estava completamente dentro. Minha pica pulsava, a buceta dela me apertava, ambos se cumprimentando, se conhecendo, se desejando. Cada espasmo era como um saboreio, o corpo dela estava totalmente arrepiado e os mamilos estavam rígidos e sensíveis. Quando tirei, a surpresa: ela estava tão molhada que minha pica inteira estava lustrada, branquinha com o creme que saia da buceta. "Me deixou todo branquinho!", e ela sorriu, uma cara de putinha safada que queria sentir a rola funda de novo. Empurrei de volta e ela fechou o olho quando cheguei no limite. As estocadas começaram leves e ritmadas, e ela gemia sempre que eu me encaixava por completo. E foi com essa sinfonia que a fiz cantar por horas, gozando os sabores do tesão e da vida.
#3
Ela estava ao meu lado como sempre. A cozinha era pequena, tinha uma abertura pra sala e tínhamos de ter cuidado pra não sermos pegos. O blusão em meu colo era estratégico: por baixo dele, meu pau estava recebendo uma deliciosa punheta, a mão dela subindo e descendo enquanto ordenhava cada pedaço do tesão que em mim se acumulava. Fechei os olhos pra me concentrar e não podia deixar de suspirar com cada movimento que ela fazia. Abri os olhos e levantei o blusão o suficiente pra que pudéssemos ver o trabalho que ela estava realizando. Ela foi até a base e então subiu até a cabeça e uma gota do meu pré-gozo saiu. Cuidadosamente, ela usou o polegar pra espalhar por toda a ponta da pica, que pulsava e latejava pra ela. Eu sorri, um sorriso safado, do tipo cafajeste, que quer pedir mais. Olhei nos olhos dela e sussurrei: "Bate gostoso, bate?". Ela abriu um sorriso e, obediente, voltou a executar o vai-e-vem. Fechei os olhos e a beijei, gemendo em sua boca. Passei o braço por trás dela e levei a mão pra dentro da camisa, alcançando o seio direito, cujo mamilo estava duríssimo e implorava ser explorado. Apertei o peito e ela suspirou, mas gemeu mesmo quando puxei o mamilo, soltando e logo retomando em meus dedos. Ela quem colocou essa mania em mim: sempre usava seus mamilos como desculpa pra aliviar o tesão, puxando, apertando, torcendo e girando. A mão dela, pequena, apertava meu pau firme, parecia uma buceta, fervorosa pra não deixar a rola escapar de dentro de si. Isso me fez querer saber como a dela estava, então desci a mão e abri uma brecha em seu short, que tinha um tecido leve, e logo retirei a calcinha, toda molhada, do caminho. Abri os lábios com o indicador e o mindinho e pousei os dois dedos medianos em cima do seu clitóris. Ela estava encharcada, e a fricção dos meus dedos no seu grelo foram fáceis de se obter. Ela pausou a punheta e sentiu o corpo estremecer, como se estivesse se acostumando à sensação que acabara de preenchê-la. Fechou os olhos e respirou fundo. Retirei a mão e trouxe os dedos até sua boca, fazendo-a provar a si mesma. Desci a mão, agora pela frente do corpo, pro mesmo local. "Quero gozar junto com você," e ela assentiu, voltando a bater, agora levinho, a pica que estava totalmente babada. Enquanto eu a tocava, voltei a ver como ela me satisfazia: eu adorava como ela tinha aprendido direitinho o jeito que eu a ensinara — focava por um tempo na cabeça do pau, mas, às vezes, de forma inesperada, ia até a base, e eu não conseguia segurar o leve gemido nessa hora. Notei que ela estava perdendo o foco do ritmo em mim. "Quer gozar, minha putinha?", e ela balançou a cabeça, assentindo. "Não para de bater, que eu vou gozar junto contigo." Ela prontamente segurou com a firmeza anterior e acelerou o ritmo da punheta. Fechamos os olhos e nos entregamos: foda-se se alguém aparecesse, isso pouco importava pra gente ali, éramos apenas nós dois, eu todo dela, ela toda minha. Ela recostou e abriu as pernas, passou uma sobre minha coxa. Fechou os olhos mas não parou de me punhetar. Senti o gozo surgindo e vi que ela estava tremendo, se segurando, no limite, esperando que eu chegasse junto a ela no clímax da situação. Não diminui o ritmo nela em nenhum segundo, queria que ela mantivesse o foco mesmo sob a tortura do prazer que sentia. Ela segurava os gemidos, suspirando forte. Minha rola enrijeceu por completo, anunciando que o gozo havia chegado. Segurei o máximo que pude e, num suspiro exacerbado, dei a permissão: "Goza pra mim." Na mesma hora, ela derreteu, e enfiei um dedo fundo nela, só pra sentir a buceta morder. Foi quando a mão dela desceu mais uma vez e o primeiro jato de leite quente saltou pra cima, seguido dos próximos. Enfiando o dedo fundo, senti a mão dela ainda mais forte ao meu redor, indo até o início e trazendo todo o gozo presente no meu cacete pra fora de mim. Meu corpo tremia e eu perdia as forças, mas não conseguia parar de me sentir selvagem, a vontade de devorá-la por completo sendo libertada. Um segundo dedo penetrou e ela mordeu o lábio inferior da boca, agarrando a borda da mesa. Diminuímos a intensidade e ficamos de forma leve sentindo os reflexos do tesão intenso que tínhamos acabado de experimentar. "Porra, que delícia...", disse baixinho. Ela bateu a pica mais algumas vezes, até a última gotinha sair, e, suavemente, levou a mão a boca, lambendo os vestígios da porra que estava espalhada nela. Eu amava aquela menina e estava pronto pra repetir a dose de novo, a qualquer momento.
#2
#1
Em cima de mim, ela subia e descia com movimentos suaves. Inclinou a cabeça pra trás e, enquanto ouvia seus gemidos, pude admirar a silhueta que a meia luz gerava, tornando-a quase algo sagrado. Ela inclinou em minha direção e me beijou, o cabelo caindo sobre o rosto e se intrometendo em nossa troca. Sorri enquanto ela afastava a mecha do rosto, passando-a por trás da orelha, e senti o calor que ela emanava. Minhas mãos percorreram suas costas, e parei na curva de sua bunda, apertando levemente enquanto guiava o ritmo dela em mim. Ela me apertava, abraçava, e eu não conseguia conter os gemidos. Fechei os olhos e me entreguei ao momento, em que tudo formava uma perfeita sintonia. Ao abrir os olhos, agradeci silenciosamente: eu tinha uma deusa profana me cavalgando, e essa sorte não é para todos.